Fiéis lembram cenas de Nada a Perder 2

“Não se pode esconder a verdade”. Foi com essa frase, em uma cena cheia de suspense, que o filme Nada a Perder – Contra tudo. Por todos terminou, deixando os espectadores ansiosos na espera pela segunda parte da superprodução. Todos os que assistiram tiveram a chance de conhecer a história de vida do Bispo Edir Macedo. Além de conhecerem seu lado de filho, irmão, esposo, pai e líder espiritual dedicado, descobriram um homem audacioso em sua fé, seguro de suas escolhas e inabalável diante das adversidades enfrentadas. Um dos destaques do filme foi o momento de sua prisão, onde ficou encarcerado por 11 dias, sob as acusações de charlatanismo, curandeirismo e enriquecimento ilícito – todas revogadas.

As cenas marcantes, que chamaram a atenção no primeiro filme, mostravam as reações do Bispo Macedo diante da perseguição e a fé dos membros da Igreja Universal, mesmo quando tudo contribuía para que viessem a questionar a idoneidade dele. Uma cena intrigante marca o fim do primeiro filme e é o ponto de partida de Nada a Perder 2 – Não se pode esconder a verdade. Afinal, o que aconteceu para que a frase “a Igreja pode acabar!” fosse dita em tom tão alarmante?

Na cena retratada, o Bispo Macedo estava em viagem missionária aos Estados Unidos, enquanto no Brasil, uma atitude equivocada marcou uma nova onda de perseguições. Durante o programa O Despertar da Fé, de maneira desrespeitosa, um ex-bispo ofendeu a escultura de uma santa católica no intuito de mostrar a sua impotência e fragilidade.

A mídia se aproveitou e alardeou a situação. Apesar de não ter sido o autor do ato e tampouco ter conhecimento prévio do que seria transmitido no programa daquela madrugada, o Bispo Macedo foi visto como o responsável pelo acontecimento e viu toda a Igreja lidar com as consequências, já que as versões contadas pela imprensa causaram uma revolta generalizada.

“Cada um falava uma coisa diferente, sempre difamando a Universal e o Bispo Macedo, mesmo depois de ele se desculpar. Sabíamos que o que a mídia dizia não era verdade e que estavam apenas se aproveitando de um triste acontecimento para criar mais mentiras. Infelizmente, as pessoas de fora da igreja não entendiam isso e fomos muito perseguidos”, recorda a obreira Ide Martins, que está na Universal há 41 anos.

A perseguição veio por todos os lados. “Não podíamos andar de uniforme nas ruas, porque, quando nos reconheciam, começavam a nos acusar. Quando chegávamos à igreja, havia pessoas quebrando e pichando o local, além de impedirem a nossa entrada, nem que para isso eles precisassem nos agredir fisicamente. Foi uma perseguição implacável!”, recorda Maria das Graças Bias, obreira há mais de 40 anos.

O sofrimento da Igreja

Não bastando o episódio com a santa, outro acontecimento veio marcar a história da Igreja: “Estava próxima ao Altar, buscando o Espírito Santo, quando ouvi um barulho. Ao abrir os olhos e olhar para trás, vi que parte do teto havia desabado. Quem estava bem, correu para ajudar”, relembra Lindalva Cruz, que estava na Universal de Osasco quando aconteceu o desabamento do teto da Igreja.

Infelizmente, mais de 20 pessoas faleceram no acidente e outras centenas ficaram feridas. Vera de Abreu, que quebrou uma das pernas e passou por cinco cirurgias, se recorda o que aconteceu quando ouviu os primeiros ruídos e saiu correndo: “Uma das madeiras atingiu minhas pernas. Então, vi um rapaz estendendo a mão para me socorrer. Fui uma das primeiras a chegar ao hospital e fiquei oito dias internada, onde recebi várias visitas, incluindo a do próprio Bispo Macedo”

A obreira Lindalva, que saiu fisicamente ilesa, presenciou a chegada do Bispo Macedo ao local do acidente. “Quando ele viu aquela cena, colocou a mão na parede, reclinou a cabeça sobre o braço e chorou. Então, o Bispo se levantou, enxugou as lágrimas e disse ‘o diabo pensa que vai nos derrotar? Não! Nós não somos derrotados, isso será para a honra e glória do Nome de Jesus e aqui haverá uma Catedral’. Essa cena é impossível de esquecer”.

O Bispo acompanhou de perto a ação das equipes de resgate e fez questão de visitar as vítimas do desabamento, mas esse acompanhamento não se limitou ao dia do acidente. Luciana Silva, que se feriu levemente, fez parte do grupo criado pela Igreja para dar amparo às vítimas. “Durante muito tempo nós prestamos auxílio a quem se machucou no acidente. Levávamos essas pessoas para os hospitais, ajudávamos com cestas básicas e dávamos toda a assistência necessária”, conta.

O que esses casos têm em comum?

A atitude do ex-bispo foi um erro, já o acidente na Universal de Osasco, uma fatalidade. Tanto a situação que poderia ter sido evitada, quanto a outra ocorrida por um trágico infortúnio apresentam uma coisa em comum: ambas foram usadas para a propagação de mentiras. Mesmo que o termo fake news seja recente, as manchetes sensacionalistas que deturpam a verdade fazem parte da história do Bispo Macedo e da trajetória da Igreja há décadas.

Uma fake news é capaz de destruir vidas. Há quem precise mudar sua rotina para tentar recuperar a paz; há quem perca o emprego ou abandone os estudos; há quem se afaste da família e dos amigos; assim como há quem, infelizmente, acabe cometendo suicídio. Quando as pessoas acreditam nas mentiras que contam a seu respeito, não é fácil seguir adiante.

Aliás, em vez de enxergar as verdades comprovadas, muitos tendem a acreditar nas mentiras inventadas. O Bispo Macedo e, consequentemente, a Universal são provas disso. Quando uma mentira é contada muitas vezes, não só as pessoas que ouvem passam a acreditar nela, como os próprios envolvidos começam a entrar em conflito e questionar a própria existência. Isso só não aconteceu com o Bispo, porque, além de ser inocente de todas as acusações que sofreu, ele sabia bem o motivo de estar vivendo tudo aquilo:

E sereis odiados por todos por causa do meu nome; mas quem perseverar até ao fim, esse será salvo. – Marcos 13.13

Por isso, enquanto muitos perdem tudo por conta de fake news, o Bispo Macedo continua em paz e a Igreja Universal cresce mundo afora.

Passado, presente e futuro

A primeira parte da superprodução Nada a Perder nos mostrou que, apesar das adversidades, o Bispo encontrou motivação para prosseguir. Nessa sequência, veremos que essa mesma motivação se propagou entre todos da Universal. Mesmo quando os pastores, obreiros e membros se tornaram alvos das perseguições, enfrentaram dificuldades e “pagaram o preço” pelos erros de outras pessoas, eles se apegaram a fé no Deus Vivo e se mantiveram firmes, confiantes na promessa:

Esforça-te, e tem bom ânimo; não temas, nem te espantes; porque o Senhor teu Deus é contigo, por onde quer que andares. – Josué 1.9

Para conhecer essa força capaz de vencer boatos, descontruir histórias criadas e superar as maiores adversidades, acompanhe a superprodução Nada a Perder 2 – Não se pode esconder a verdade, disponível nas melhores salas de cinema de todo o Brasil.

Texto: Laís Klaiber / Vanessa Ferreira

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